Fomos para o aeroporto (Aeroparque)e eu me toquei do quanto gosto de Buenos Aires. Morar aqui deve ser tão problemático quanto em qualquer outra cidade mas Bs.As. me encanta.
No Aeroparque, check-in rápido e fomos rodar. Claaaaaaro que com uma criança pequena tudo fica mais complicado. Antes de embarcarmos, fui dar uma volta e comprar um arco para meu cabelo (esqueci absolutamente tudo relaconado ao meu cabelo) e me perdi do Roberto. Já estava conversando com um mocinho da segurança, perguntando onde poderia anunciar e pedir para meu marido aparecer pelamordedeus quando surge, glorioso, Roberto descendo as escaleras. Foi quase uma aparição iluminada pelo sol... Em vez de esperar, COMO COMBINAMOS, ele resolveu ir me procurar. Bom, né?
Muito bem, embarcamos! E nem tábua sobre o vaso esta avião tinha. Rolou uma troca de fraldas em pé... no vaso... do banheiro de um avião!!! Ninguém, no Universo, merece.
O vôo teria sido ótimo, se Giulia tivesse colaborado. Mas, não estava num bom dia e perturbou um bocado.
Chegamos a Bariloche e, UAU! Mais um lugar para a lista dos "quero morar aqui". Saímos do avião e fomos recebidos por uma rajada de vento congelante. Provavelmente culpa daquela montanha gelada logo ali. Que coisa mais linda! Não imaginei que as minhas lembranças de neve (e família feliz) ainda estivessem tão vívidas. Fui às lágrimas.
Pegamos o carro, a estrada e mais suspiros foram se acumulando até o hotel. Assim que foi colocada no carro, Giulia dormiu. O sono finalmente foi mais forte do que ela. Justificou-se o comportamento do avião.


Adelante.
O hotel vai ser um capítulo à parte. Fizemos o check-in, fomos para o quarto deixar as malas, almoçamos e saímos. Rodamos de carro pela cidade, compramos roupitchas de frio (muito frio) para Giulia, luvas para todos e eu ganhei um poncho realmente lindo.


Voltamos para o hotel e encerramos mais um dia.



